

Capital turística da Costa do Cacau, e considerada por muitos, terceiro maior ponto turístico da Bahia, Ilhéus é cheia de pontos turísticos, dentre eles, patrimônios religiosos, instituições culturais, bairros e povoados, que juntos às suas belíssimas praias (exemplos: Avenida, Ponta da Tulha, Sul, Norte, Batuba, Olivença), formam um espetáculo.
Surgida há 465 anos, a antiga sede da capitania oferece uma estrutura completa de hotéis de luxo, pousadas, agências de turismo receptivo e uma variedade de restaurantes, onde se degusta o melhor da culinária baiana, regada a dendê e pimenta nos abundantes frutos do mar. A cidade é afrodisíaca no clima, na paisagem e especialmente na culinária, à base de peixe, camarão, pitu, lagosta, caranguejo e uma infinidade de mariscos.
Dentro da cidade, os atrativos históricos e culturais enriquecem o conhecimento do visitante. Fora dela, o turista extasia-se com passeios ecológicos por terra, mar e rios conhecendo raridades como mico-leão-da-cara-dourada, uma espécie em extinção e símbolo de preservação na Mata Atlântica.
A cidade de Ilhéus remonta à época das Capitanias Hereditárias. Seu primeiro salto para o eldorado aconteceu a partir do cultivo do cacau importado da Amazônia. O apogeu da cacauicultura fez surgir na cidade inúmeras histórias sobre os coronéis do cacau e suas lutas pelo poder, pela conquista de terras, de mulheres e de dinheiro. Muitas destas histórias ainda hoje são lembradas no Bar Vezúvio - antigo reduto de coronéis e cenário do romance Gabriela, Cravo e Canela - hoje transformado em atração turística de visita obrigatória.
Toda a opulência dos anos majestosos do “ouro negro” é, ainda hoje, exibida na arquitetura local, com suas ruas e praças de paralelepípedo, casarões e bares, como o Vesúvio, cenário de “Gabriela, Cravo e Canela” - romance de Amado - e onde, outrora, coronéis e intelectuais se reuniam.